quinta-feira, 25 de março de 2010

Uma carta

Oá. Provavemente não estavas à espera disto, nem eu estava à espera que chegasse a este ponto. Hoje, dei por mim a pensar, mais uma vez, em mim. Faço-o poucas vezes, mas as vezes que isso acontece, nunca sai aguma coisa de jeito.


Pensei tanto, que neste momento até me deu uma enxaqueca numa má atura, vou receber conviddos em casa e festejar. É isso, festejar... Mas não tenho razões para ta.


Hoje, neste momento, gostava de saber como são as coisas do outro ado. Saber o que há para aém do que os meus ohos vêem. Estou cansada. Posso dizer que estou cansada de viver?


Cansada de faar para o boneco. Cansada de querer dizer o que penso sobre as coisas e me manter caada. Cansada de ver coisas que não gosto porque são moramente incorrectas. Cansada de ouvir uns. Cansada de não ouvir outros. Cansada de ter que sorrir sempre. Cansada de estar nas trevas. Cansada de pensar. Cansada de mim... Cansada de ti...


Hoje desejo rasgar o meu meu e arrancar o coração. Tavez o faça... Tavez... Porque aqui, já não faço mais nada.

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